Eu, Naughty Dog e a falta de um título engraçado

Nota: Eu percebi que antes de começar a falar sobre jogos de fato eu passei algum tempo falando de mim mesmo, então se você quiser pular essa parte, vai direto pro aviso em negrito. Aproveitando que isso tá no começo, deixa eu avisar que não tem spoiler de nenhum jogo aqui.

Ahoy, mate! Tem muito tempo que eu não me dedico a escrever um texto relativamente coeso sobre video games. Eu fiquei muito tempo tentando colocar o que eu escrevo em dia com tudo que eu joguei e acabava fazendo listas do que eu joguei nos últimos meses/ultimo ano e por aí vai. Acho que a última vez que eu escrevi e coloquei no mundo um texto coeso sobre jogos foi sobre ICO no Velvet – eu vou constantemente citar o Velvet aqui porque eu achava mais legal escrever em um blog que falava de vários assuntos e que eu tinha um “editor”, parecia mais importante. Encham o saco do Marco no Twitter dele pra ele reviver o blog – e mesmo assim foi algo bem diferente do que eu pretendo fazer agora. Mesmo esse tipo de coisa já tem muito tempo que eu não faço e muito mudou desde então.

Eu era um estudante de exatas, enquanto hoje eu faço… História, eu era uns 30 quilos mais pesado e tinha uma visão de mundo muito diferente. Provavelmente eu teria conseguido bolar algum título engraçado para esse texto envolvendo “Naughty Dog”, “Uncharted” e “The Last of Us”, mas eu não consegui, o mais perto de eu cheguei foi algo na linha de “O cachorro danado é o ultimo de nós a não ser mapeado”… Isso não é engraçado e nem faz sentido. Mas muito mudou e provavelmente as únicas coisas na minha vida que continuam as mesmas são que eu ainda uso sobretudo num país tropical e que minha mãe é a unica pessoa lendo o que eu escrevo – Te amo, mãe. Saudades, qualquer dia eu passo aí para visitar. Agradeço o suporte mesmo você não entendendo nada de video games. Beijo. –

Eu atualmente mantenho um google doc com os jogos que eu comecei a jogar, terminei, comprei e tudo mais aqui: Joguinhos

Se você pulou a meu momento ególatra, você pod… Pera, a primeira palavra do título desse texto é “Eu”, se você não quer ouvir EU falando de MIM e a MINHA experiencia com video games, por que você tá aqui? Eu consigo de cabeça pensar em uns três lugares mais interessantes para ler sobre Uncharted… Well, whatever. Video games:

E assim os Ventos da Fortuna mudaram, para melhor, a minha vida de uma forma espetacular. Fortuna essa que é citada na primeira tela de um novo jogo de Uncharted 4: “I am a Man of Fortune, and I must seek my Fortune” creditada a ninguém menos do Henry Avery em 1694. Avery, esse, que era um pirata de verdade ou O pirata, considerado Rei dos Piratas na Era de Ouro da Pirataria de acordo com os conhecimentos históricos da Wikipédia. Essa frase já meio que estabelece que o McGuffin desse jogo vai ter alguma relação com Henry Avery e o tema vai ser piratas – que é surpreendente que com o tema de ladrão e explorador de riquezas antigas da série, eles nunca tenham usado piratas antes. O jogo começa numa cena de perseguição de barco, que também dá mais dicas para o tema dos piratas, mas antes disso vou fazer como a série faz e voltar no tempo para contextualizar as coisas e eventualmente encontrar com o presente.

A Naughty Dog atualmente é um estudio de desenvolvimento que pertence à Sony e é conhecida por ter desenvolvido e criado Crash Bandicoot, Jak and Daxter e mais recentemente Uncharted e The Last of Us. Eu pulei nesse barco em Uncharted 2, que foi lançado alguns meses antes de eu comprar meu PS3. Eu joguei Uncharted 2 alugado porque eu sabia que poderia terminar em um fim de semana e eu o fiz, mas novo com meu PS3 e na fissura de conseguir o máximo de troféus possível, eu joguei ele na dificuldade mais alta disponível logo de cara. Hoje eu acho que essa decisão foi um erro. Não que tenha sido impossível, porque como eu já disse, eu terminei o jogo naquele fim de semana, mas ele tornou o combate mais frustrante.

O combate, o tiroteio, o assassinato em sangue frio de centenas de seres humanos é o que me incomoda até hoje nos jogos da companhia. Na época eu não conseguia elaborar melhor do que eu achava o combate chato, hoje eu já sei o motivo e vou falar mais disso quando chegar em Uncharted 4. Não é a ~dissonância ludonarrativa~ (quando existe uma discrepância entre a parte lúdica, a jogabilidade, e a narrativa, a história. No caso de Uncharted é que o Nathan Drake é o maior assassino que já pisou no nosso planeta durante o gameplay, mas um cara muito legal e divertido com quem você gostaria de ser amigo nos momentos de narrativa. Viu, você aprendeu uma expressão nova hoje. Parabéns.) que me incomoda, acho que isso nunca foi propriamente um problema para mim em jogo nenhum.

Enfim, assim eu terminei Uncharted 2 com um gosto meio amargo na boca, por ter gostado muito dos personagens, da história, do gráfico, das animações, da trilha sonora, das grandiosas cenas de ação e dos quietos momentos de escalada pelos cenários, mas o combate me incomodava, eram exageradas arenas de tiro com uma quantidade exagerada de inimigos, cansativo. Quando a parte sobrenatural apareceu e os inimigos quase imortais aparecem, o jogo se tornou ainda mais cansativo para mim. Então eu sai daquela experiência muito impressionado com o que o PS3 podia fazer, mas sem interesse nenhum por aquela jogabilidade.

Em 2011 saiu Uncharted 3 e eu lembro de estar no Rio de Janeiro, no apartamento do meu ex-padrasto em Copacabana ouvindo podcasts falando muito bem do jogo e eu senti um impulso muito forte de comprar ele, impulso que me fez arrastar minha mãe e meu irmão pro metrô para irmos para o centro da cidade achar esse raio de jogo. Eu não lembro exatamente o que eu estava fazendo no Rio de Janeiro em novembro de 2011, provavelmente matando aula do terceiro ano, mas eu terminei o jogo naquela semana, uns dois ou três dias no máximo depois de ter adquirido-o.

Não lembro também se eu joguei na dificuldade mais fácil ou no default, mas eu acabei indo um pouco ao contrário da maré e achando o 3 um jogo melhor que o 2 na época. Provavelmente porque eu não joguei numa dificuldade tão alta, eu lembro da história ter me interessado mais na época, principalmente por ela ter certo foco no personagem Victor Sullivan, que é facilmente meu favorito da franquia, e da relação dele com o Nathan. Não posso dizer como os dois ficariam comparados com a opinião que eu tenho hoje em dia, mas eu sei que o 3 me deixou com o mesmo sentimento de amor-e-ódio que o 2.

No final daquele ano, no VGA(Video Game Awards), foi anunciado que a Naughty Dog estava fazendo The Last of Us, que pelo trailer é possível deduzir que seria um jogo com temática zumbi, focado numa garota adolescente e um homem que poderia ser o pai dela num mundo pós-apocalíptico muito mais violento e escasso que mundo o pulp-Indiana Jones do jogo irmão mais velho. Essa altura do campeonato eu já tinha uma relação amor e ódio com a Naughty Dog e não sabia o que sentir quanto esse anuncio. Mas estamos na internet, logo, quando eu não sei como me sentir em relação a algo eu tenho a tendência a expressar o contrário do senso comum porque eu sou do contr… procuro um equilíbrio entre as opiniões.

The Last of Us foi lançado, recorde de reviews, “cidadão kane dos joguinho”, pessoas com tochas e tridentes na porta do Polygon por ter dado 7,5/10 pro jogo yada yada yada. Como alguém com Fear of Missing Out(traduzido para algo como Medo de Estar Perdendo) e que ouve muitos, mas MUITOS podcasts sobre jogos, senti a necessidade de fazer parte desse zeitgeist que estava acontecendo no meu Twitter entre amigos e críticos que eu sigo e respeito. Eu lembro de ter comprado e começado o jogo numa sexta-feira e terminado no domingo.

Eu não gostei do jogo, mas eu também gostei. De novo a relação de amor e ódio, de novo a dúvida do que sentir, porque dos três jogos esse foi o melhor escrito até então para mim, com os melhores personagens e a melhor relação entre eles. Para um mundo pós-apocalíptico zumbi, tipo de mundo que tá saturado pra caralho, eles conseguiram fazer algo muito interessante com o conceito dos fungos que existem no mundo real enquanto fizeram algo visualmente muito impactante tanto técnica quanto artisticamente. Ao mesmo tempo eu acho que ele é o jogo que mais sofre com o combate, em que as arenas são mais claramente arenas construidas para que um tiroteio aconteça ali. Talvez pela temática do jogo ser mais séria e madura, esses momentos em que ele tem que gritar “NÓS GASTAMOS MUITOS MILHÕES NESSE JOGO, TEM QUE TER DESAFIO SE NÃO VÃO CHAMAR DE WALKING SIMULATOR” parecem destoar do mundo que está sendo construído. Nem é uma dissonância ludonarrativa, porque aquele é um mundo mais violento e severo e você controla um personagem que não é para ser gostado justamente porque ele não é uma boa pessoa, é uma dissonância dessa narrativa muito interessante que é intercalada por esses momentos que, para mim, soavam muito arcade, muito videogamy em uma experiência que parecia estar tentando outra coisa.

Mais uma vez eu me via sem saber o que sentir enquanto o resto do mundo ovacionava The Last of Us como a melhor coisa que já foi controlada por uma manete, então o que eu fiz? O oposto da população e foquei mais no que eu não gosto, principalmente porque o jogo saiu alguns meses depois do final do jogo de The Walking Dead que também trata da relação de um “pai adotivo” e sua filha tentando sobreviver num mundo dominado por zumbis e eu particularmente prefiro até hoje a primeira temporada de The Walking Dead da Telltale do que The Last of Us porque eu acho que o Sean Vanaman e o Jake Rodkin conseguiram construir esses personagens e suas relações de forma mais interessante que o Neil Druckmann e o Bruce Straley. Não querendo desmerecer o que foi feito pelos ultimos, eu acho que os dois jogos são dois bastiões na questão de escrita em jogos, que não é lá essas coisas no geral e os dois times conseguiram fazer coisas muito boas.

Por conta da minha tendencia de ser o do contra, eu acabei comprando o ódio manufaturado pela minha indecisão e por isso eu não joguei o DLC Left Behind de The Last of Us. Eu não comprei no PS3 e quando eu comprei o PS4, eu ganhei a versão digital do remaster do jogo para PS4 que vinha com o DLC e nunca terminei o jogo ou encostei no DLC, mas assisti ele todo ser jogado e sei tudo que acontece.

Agora, 1500 palavras depois, voltamos para Uncharted 4. Essa altura do campeonato, por querer ser a pessoa que não ama tudo que é feito pela Naughty Dog, eu estou consumido honestamente pelo meu ódio criado do nada. Uncharted 4 saiu e mais uma vez a Naughty Dog recebe só elogios, é o foco de todos os podcasts e eu sinto de novo a necessidade de voltar. Eu já tinha dito que The Last of Us era a ultima chance que eu ia dar pra eles me convencerem que eu gosto dos jogos deles, mas mesmo assim eu voltei.

O que é uma coincidência tematicamente apropriada, porque Uncharted 4 é um jogo sobre o Nathan Drake voltar para suas aventuras perigosas e assassinas depois de prometer não voltar mais. O irmão do Nathan, Samuel Drake, volta depois de 15 anos presumidamente morto e ele precisa da ajuda do caçula para achar o tesouro de 400 milhões(ou bilhões? Não lembro) de dólares deixado em algum lugar por Henry Avery. Para mais uma aventura em terras inóspitas, tumbas quebrando e lugares para agarrar na parede colocados de forma muito conveniente.

Os tiroteios que eu não gosto continuam aqui, mas agora com stealth, que foi introduzido em The Last of Us e um pouco refinado para esse jogo. Ele ainda sofre do problema que seu antecessor de que se um inimigo te viu, todos eles tem um GPS em você e vão começar a atirar freneticamente em sua direção. Conseguir passar por uma arena inteira só matando os inimigos no stealth é extremamente gratificante, o que me fez perceber que o meu problema com a jogabilidade não está nas arenas propriamente, mas no ritmo dos tiroteios. Eu acho que os controles são meio finicky, floaty, eu não tenho palavras em português pra descrever exatamente o que eu tô querendo, junto com a prioridade que eles dão para a animação, o que significa que se o Drake precisa fazer uma curva, vão ter uma série de frames dedicados só para ele parar a inércia dele, virar e fazer a curva. Isso torna o jogo mais bonito de assistir e mais realista, mas quando você tá levando tiro e a vida do Drake não é muito grande, esses frames são a diferença entre ter que começar esse encontro todo de novo. Além disso eu percebi que meu problema é que Uncharted eles adoram destruir as paredes, barris e caixas que são usadas para cobertura, fazendo o jogador ter que ficar pulando de cobertura em cobertura, não podendo ser mais devagar, enquanto o Drake não tem vida o suficiente pra você ir de cara com os inimigos pra fazer o ritmo ser mais acelerado. Então o combate acaba virando uma grande dança das cadeiras pelo que do cenário ainda está em pé, só que com armas de fogo.

Falando da história, por fora, temos uma aventura sobre caçar um tesouro pirata muito legal. Como eu já disse, apesar de Francis Drake ser citado várias vezes ao longo da série, nunca se foi feito um jogo da franquia focada nos piratas e eles citam piratas de verdade, como Anne Bonny e Thomas Tew, colocando aquele brilho de romantismo e de fascínio que nós temos, culturalmente, por piratas, exploradores e aventureiros que não se curvavam à Monarquia Inglesa. É tudo apresentado de uma forma tão atrativa que o jogo e a influência de certa pessoa aficionadas por piratas – eu sei que você tá com um sorriso sarcástico de orelha a orelha agora. Fuck you. – me fizeram ficar interessado, de um ponto de vista historiográfico, por piratas, sobre a história deles, do porquê nós pensamos nessas pessoas como heróis quando na realidade eles eram ladrões, assassinos, estupradores que ficavam meses num navio sem se limpar.

Mas olhando mais de perto, eu não acho que Uncharted 4 seja sobre piratas. Ele é um jogo sobre o Nathan Drake, sobre ele reencontrando esse irmão que voltou dos mortos e colocando as coisas em dia, é sobre a saudade que ele tem da aventura, é sobre o casamento dele. Uma analogia que o jogo esfrega na sua cara sobre o que aconteceu com esses piratas e qual é o destino de quem decide seguir a vida deles é literalmente jogado na sua cara sem muita nuance, mas acho que isso é refletido até no combate. Aqui as arenas são mais orgânicas, os inimigos estão em menor número, existem menos batalhas e elas são menos grandiosas.

Eu finalmente entendi. Eu descobri o que no combate me incomoda e eles fizeram, com o stealth, uma alternativa viável na maior parte das vezes para evitar isso. Pela primeira vez eu terminei um jogo da ND sem dúvidas do que eu achava. Eu gostei do jogo, tenho meus problemas com a jogabilidade nas lutas, mas isso não me fez não apreciar todo o resto e que todo resto fantástico! O jogo é lindo, bem escrito e dirigido – pela mesma dupla de The Last of Us, Neil Druckmann e Bruce Straley, acertando em todos os tons de uma ultima aventura, fechando a história, conseguindo fazer com que eu fizesse as pazes com a Naughty Dog e agora eu estou interessado em voltar, pegar a Nathan Drake Collection e o The Last of Us Remastered e jogar eles com um novo olhar, ver como Uncharted 1, jogo que eu nunca toquei, era.

Eu acho que eu fiquei muito tempo sem escrever sobre jogos e isso me fez escrever provavelmente uma dos maiores textos que eu já escrevi na vida. Com certeza o maior que não está relacionado com a faculdade. Só para finalizar como eu acho que esse jogo é muito mais uma reflexão do Nathan sobre a própria vida, isso está refletido na música tema do jogo. A série tem um tema comum, mas que em cada jogo é orquestrado de uma forma diferente e evoca um tom diferente e acho que isso se reflete na música. Vou deixar aqui um vídeo com o tema dos quatro jogos seguidos, são uns 8 minutos de quatro versões de uma música muito boa. Agora eu vou ouvir o Dash (podcast do site jogabilidade) sobre Uncharted 4 porque eu tava querendo deixar minha opinião o mais “pura” possível para escrever isso e agora eu vou ouvir quem sabe do que tá falando.

 

Oi, você ainda tá aqui? Legal. Acho que isso seria o equivalente a uma cena pós-créditos da Marvel? Talvez. Enfim, o jogo tem um Modo Fotografia que para o jogo e permite que você mude o ângulo da câmera, mudar o brilho, a saturação, campo de visão, colocar filtro e um monte de coisa que quem de fato sabe tirar foto sabe usar. Eu não sei tirar foto, mas eu gosto de fingir que eu sei, então eu fiz tirei um monte e por causa desse texto eu decidi upar isso num álbum caso você que seja lendo não pretenda jogar ou não vai jogar tão cedo ou nem joga video game e por um algum acaso tá lendo isso (aka Oi, mãe) e queira ver como o jogo é bonito pra caralho. Não tem spoiler, no máximo uns cenários do fim do jogo, mas nada que vai estragar sua experiência. Isso me lembra que eu não coloquei um aviso de que não tem spoilers no texto, preciso colocar isso lá em cima. Ah é, o álbum tá aqui.

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2 Respostas para “Eu, Naughty Dog e a falta de um título engraçado

  1. Alô alô, Rodrigo!
    Está aqui alguém lendo seu blog que não é a sua mãe (rs). Mas está aqui lendo seu blog alguém que também não sabe muito (nada) sobre videogame 🤓(rs x2).
    Vou comentar então o que eu sei uma ou duas cousas a respeito: a escrita. Amei seu texto! Mesmo! Ele tem uma qualidade ímpar que está muito em falta e dá a ele um brilho especial: a sinceridade. Seu texto é sincero, Rodrigo. Parabéns por isso! Além de pelo humor e pela fluidez, é claro.
    Posso estar enganada, mas adorei perceber que sua relação com Uncharted 4 tem tanto a ver com o jogo quanto com você mesmo. Foi fofo. Quero dizer, o tema da história, de mudança e reencontro e reviravolta para deixar tudo em ordem, fisgou você pela sua história neste momento. É uma delícia quando essa identificação acontece, não é?
    Enfim, perdoe algum eventual lapso da ignorante dos games que, contudo, dá muita força para você continuar escrevendo sobre o que te move.
    Abração, e toda sorte!
    Da Vitória

    P.S.1: Eu já joguei Crash, há uns bons aninhos no meu PS1. Adorava!
    P.S.2: Vou passar por aqui de quando em vez para ver se está ativo. Se não estiver (e você não me apresentar razoável motivo para tal), vou te dar puxão orelha. A vida é muito curta para a gente deixar para lá o que mais nos faz feliz.

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