10 Jogos mais Marcantes

Tá rolando recentemente essa coisa de fazer listas no facebook de livros/jogos/filmes mais marcantes da sua vida e eu acabei fazendo um de jogos e levou mo tempo e foi mo trabalhoso, então vou postar aqui -mesmo isso daqui estando basicamente morto, porque se eu deixar só no facebook daqui a pouco vai desaparecer como… breath on a mirror. Referencia a Doctor Who e não Blade Runner porque Blade Runner é um saco.

sdds Matt

sdds Matt

Em algum ponto desse… aborto de blog eu já devo ter falado desses jogos, mas foda-se

Os textos estão enormes e eu não sou muito bom com pontuação, então DESCULPA AE QUALQUER COISA

Journey (PS3)
Eu não acho Journey perfeito, Journey não estaria na minha lista de MELHORES jogos, mas ele me marcou como um jogo que me mostrou como jogos não precisam ser sobre combate, sobre mecânicas ou sobre escolhas. Journey me mostrou como um jogo curto pode ser sobre várias coisas dependendo da interpretação de quem está jogando. Além de ter o que eu considero a melhor integração de multiplayer online que eu já joguei.

Bioshock (PS3)
Joguei Bioshock um pouco mais tarde, então ele foi um refresco para mim ver um jogo em primeira pessoa não militar, não focado em tiroteios e sim na criação daquele mundo fantástico que é Rapture. Se o clima de terror numa utopia art déco pós apocalíptica submersa não fosse o suficiente, a história e a quebra da quarta parede tornam esse jogo inesquecivel. No Gods or Kings, only Man.

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Metal Gear Solid IV (PS3)
Ao contrário de muitas pessoas, eu não comprei o PS3 pra jogar Metal Gear Solid IV, mas eu joguei a série Metal Gear porque eu tinha comprado o PS3. Na época MGS4 era considerado um dos maiores motivos para se ter um PS3, então decidi ir atrás do resto da franquia e encontrei algo muito melhor que eu esperava. A série Metal Gear Solid como um todo é a mistura perfeita entre galhofa e se levar a sério. Mesmo com piadas escatológicas e taradisses japonesas, Hideo Kojima – um dos meus game designers favoritos atualmente – conseguiu criar o que é, para mim, a melhor história sobre a guerra e suas consequências. Decidi por o IV em particular aqui porque acho que é um fechamento digno para muitos personagens que eu gosto muito e a luta contra o chefe final é uma das coisas mais fantásticas que eu já joguei.

Trilogia Mass Effect (PS3)
Eu tô escrevendo pra caralho, então vamos tentar encurtar isso daqui(spoiler: Não deu certo). Mesmo com o final polêmico(que eu achei satisfatório), Mass Effect trouxe algo que até hoje eu procuro em outros jogos que é uma boa space opera. O universo que a Bioware criou é incrível de tão rico e detalhado, mas nem isso e nem o poder de ser o capitão da sua própria nave num universo gigante são onde Mass Effect brilha pra mim. O ponto alto da série são seus personagens. Garrus, Thali, Liara, Mordin, Joker, Jack, Wrex etc. Mais do que salvar o universo, eu queria ter certeza de que esses seres fictícios estivessem bem. Fodam-se os Reapers, eu quero ir ali bater um papo com o Garrus porque ele é um cara muito daora.

Persona 4 Golden (PSVita)
O motivo pra Persona 4 estar aqui é mais ou menos o mesmo que Mass Effect: os personagens. Os membro do Time de Investigação se tornaram quase que meus amigos enquanto eu jogava esse jogo. Cada um com seus problemas e dilemas de adolescente e isso torna eles muito relacionáveis(Isso me soa como um falso cognato de relatable, mas vamos nessa) e humanos. Eu chorei que nem uma criança na cena final de Persona 4 porque eu queria passar mais tempo com aqueles personagens. Fora isso, o character design, a user interface e a trilha sonora são do caralho!

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Telltale’s The Walking Dead (PS3)
Eu joguei The Walking Dead antes de Bioshock, Mass Effect e Persona, então ele foi a primeira experiência que eu tive com o que eu quero que jogos se tornem no futuro. Não quero scoreboards para ver quem marcou mais pontos ou um ratio de kills/deaths depois de uma partida de multiplayer competitivo. Não tem nada de errado em gostar disso, mas não é isso que eu quero para mim. The Walking Dead é uma jornada emocional muito forte. O senso de responsabilidade que o jogo te passa pela pequena Clementine é o que torna esse jogo esse jogo tão espetacular. Eu quero mais disso em jogos. Eu quero ser posto mais na posição de alguém que está emocionalmente investido naquele mundo e tem que fazer uma decisão dificil. TWD me entregou isso.

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Dark Souls (PC)
Indo completamente contra a maré do que eu postei até agora, Dark Souls não é sobre a sua história e muito menos sobre seus personagens. Talvez o mais próximo dos outros jogos da minha lista seja Bioshock, porque muito de Dark Souls para mim é sobre a criação daquele mundo. Não só da forma como ele é artisticamente lindo, mas porque tudo é interligado e isso é fantástico. Dar uma enorme volta, matar três bosses e entrar num elevador e se dar conta que ele é um atalho para o inicio do jogo, tudo isso seamless, é de explodir cabeças. O combate de Dark Souls é extremamente equilibrado e muito mais sobre você aprender a jogar e melhorar como um jogador do que grindar e aumentar os números do seu personagem. A arte desse jogo é um show à parte, o design das armaduras e dos inimigos são lindas e… Ok, eu podia passar o resto do dia falando de Dark Souls. Chega! (Mas o combate é foda demais e não se deixem levar pela hipérbole da dificuldade do jogo)

Final Fantasy VII (PS One)
Meu primeiro Final Fantasy e um dos jogos que fecha a parte da minha vida que eu jogava com meu pai porque eu não sabia inglês. Acho que o principal motivo para esse jogo estar aqui é por causa da grande experiência em conjunto que eu, meu irmão mais novo e meu pai tivemos levando semanas pra terminá-lo. Foi também meu primeiro JRPG e um dos primeiros, se não o primeiro, a me dar aquele mapa gigantesco e uma história, que por mais que eu não entendesse os detalhes, me passasse o senso de escala e urgência de que o mundo inteiro estava indo pra merda. Foi foda na época, não lembro de praticamente porra nenhuma da história e um dia eu jogo de novo. Talvez.

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Super Mario 64 (Nintendo 64)
Primeiro jogo que eu tenho consciência de ter jogado na vida. Acho que isso explica bem.

The Legend of Zelda: Ocarina of Time (Nintendo 64)
Well… Se eu escrevi um texto gigante sobre os jogos que mais me marcaram, foi por causa de OoT. Se eu ouço quase 20 podcasts sobre videogames, é por causa de OoT. Se eu gastei muita grana comprando consoles, foi por causa de OoT(No caso do 3DS é literalmente). Acho que O Rei Lão é a unica obra de arte ou obra de entretenimento -como você quiser chamar- que é tão importante para mim quanto Ocarina of Time. Mais um jogo que eu joguei com meu pai e meu irmão. O senso de aventura, de vagar por aqueles campos de cavalo para salvar “Hylure” do temível “Gandofor”, como meu pai falava(O que me leva a crer que ele talvez tenha algum nível de dislexia). O jogo que é responsável por eu comprar todos os consoles da Nintendo, esperando um dia me aventurar novamente em algo tão mágico quanto esse jogo. Ser o Herói do Tempo, que além de tudo é canhoto, foi fundamental na criação da pessoa que eu sou hoje.

Menção Honrosa para Super Mario Galaxy que foi o jogo que me enxugar o suor da testa e suspirar de alivio pensando “Comprar o Wii não foi um erro. Os jogos da Nintendo tem uma magia só deles.”

Se você leu tudo até aqui: DESCULPA QUALQUER COISA DE NOVO.

Desculpa nada, fodam-se vocês. Qualquer coisa se resolvam com o Capaldi

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