I AM BACK

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Sim. Depois de altas tretas com meu notebook que não funcionava e outras loucas confusões e níveis alarmantes de desanimo, eu voltei ao blog. Para lembrar como é esse negocio de escrever palavras e tal, bora descrever mais ou menos as milhões de coisas que eu joguei desde o carnaval até aqui.

Primeiro, os jogos da lista do meu primeiro post que eu joguei:

  • Spec Ops: The Line – PS3

Comprei esse jogo para um mês depois a PlayStation Plus dar ele pros assinantes. Muito bom, muito bom. Falando do game em si, eu consegui ver todo o lance da historia foda e da critica aos shooters militares que estão em voga nessa geração, MAS não consegui gostar do gameplay. Jogá-lo era um sacrifício pra mim e por isso eu parei na metade e não tenho planos de terminar.

  • Red Dead Redemption – PS3

Assim como Spec Ops, eu não terminei RDR. No primeiro playthrough, consegui chegar até as ultimas missões  e pouco antes de fechar ao fim, meu PS3 deu um problema, tive que formatar o videogame e consequentemente perdi o save. Desde então tenho vivido o dilema entre começar tudo outra vez ou só “let it go” e depois de pensar muito no assunto, eu acho que já experimentei o bastante do que Red Dead Redemption tem a oferecer e não preciso voltar.

  • Ni no Kuni – PS3

Finalmente consegui terminar Ni no Kuni e acho que é um bom jogo, um JRPG que todo fã do gênero deveria jogar se tiver um PS3. Conclui o jogo com cerca de 45 horas e acho que a historia acaba se tornando cansativa e previsível depois de certo ponto e eu só me esforcei pra ver o final porque visualmente o jogo é incrível. Admito que joguei as três horas finais a muito contra gosto só pra ver o desfecho -creio que isso é motivado pelo fato de eu ter jogado muito em um periodo muito pequeno-, mas ainda é um bom jogo.

  • Fire Emblem: Awakening – 3DS

Fire Emblem é a unica coisa que eu tenho jogado no meu 3DS desde que terminei New Super Mario Bros 2. O jogo está LINDO, a dublagem americana tá daora e a jogabilidade de estrategia usando a mecanica de intimidade entre os personagens é bem fluida e divertida. A parte de relacionamentos é onde o game brilha, tendo diálogos engraçados e explorando bem aqueles personagens. Vi muitas criticas porque não é possível rolar casamentos homossexuais no jogo e não concordo. Mecanicamente a função do casamento é para os personagens terem filhos, que serão membros da sua party no futuro. No contexto da historia, o jogo acontece em um mundo medieval e nessa época homossexualismo era uma parada proibida, então o casamento homossexual não teria função mecânica e nem contexto dentro do enredo. Recomendo o jogo pra todo mundo que tem 3DS, sendo que eu só não terminei ainda porque eu estou com preguiça de pensar.

  • Bioshock Infinite – PS3

Vou falar de Bioshock Infinite em outro momento. Recomendo fortemente pra qualquer pessoa.

  • Naruto Ultimate Ninja Storm 3 – PS3

Naruto Storm 3 é mais um dos jogos anuais da série Storm, praticamente o mesmo gameplay de Naruto Storm 2 e é continuação direta do mesmo, já que o Generations foi filler pra 2012 não passar em branco. Se você curte a historia de Naruto, eu recomendo muito mais acompanhar pelos jogos do que pelo anime. Ah é… É mo divertido de jogar com a galera.

  • Tomb Raider

Reboot. Nova Lara Croft. Parece Uncharted. Achei melhor que Uncharted. Historia legalzinha. Gráficos lindos. Dublagem 10/10. Um bom third person shooter, mas limitado. Partes de plataforma divertidas. Não é um bom metroidvania. Um dos poucos casos em que pegar coletáveis é legal. A coitada da Lara só de fode. Ótimo jogo, eu recomendo.

  • Série Mass Effect

Mesma coisa que Bioshock Infinite. E comecem do primeiro, pfv.

  • God of War: Ascension

MAIS UMA PREQUELA. Eu não sei se prequela realmente existe, mas foda-se. O gameplay do jogo é God of War, sem nada de muito novo, pelo menos na campanha. Como joguei alugado, não experimentei o multiplayer -francamente, eu nem quero. Já a historia do é legal porque nos mostra um Kratos maneiro, que só quer se livrar da pacto entre ele e Ares, um Kratos mais humano e sem daddy issues, o que torna a o personagem mais interessante, porque esse acaba sendo um lado do famoso “Bom de Guerra” que nunca foi mostrado. Mesmo sendo um Kratos menos vingativo, o jogo ainda é escrota e desnecessariamente violento, como todo garoto de 13 anos gosta. PS: Esse jogo me faz pensar que se a série God of War fosse só esse jogo e o primeiro God of War, seria uma série de jogos que eu gostaria mais.

  • Bioshock 1

UMA DAS MELHORES AMBIENTAÇÕES DE TODOS OS TEMPOS NOS MUNDOS DOS JOGUINHOS ELETRONICOS FEITOS PARA ENTRETER OS JOGADORES. Tem um enredo muito bom, bem escrito e bem trabalhado, o personagem Andrew Ryan é carismatico e intrigante e o jogo tem uma critica muito boa, mas nem tudo são rosas em Rapture. O gameplay do jogo é tão truncado, lento e atirar é tão ruim e estranho que nem consigo considerar Bioshock um FPS. Talvez o gameplay seja dessa forma para complementar o clima tenso e claustrofobico da cidade submarina, mas foi algo que me incomodou e ainda assim, eu recomendo de olhos fechados, umas das melhores experiencias que eu já tive num videogame.

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